18 de set de 2013

ESTELA (Cadeira de Balanço) – Nivaldo Joaquim

Como já comentamos aqui no blog Casa de Livro, Cadeira de Balanço nos trás contos maravilhosos. Tudo começou com um encontro, onde uma senhora misteriosa que se autonomeou de Luz, tem um encontro com um jovem rapaz e começa assim a lhe contar histórias distintas, mas todas sobre a sua pequena.
A primeira história contada pela Senhora Luz, é sobre Estela.
Estela era uma jovem linda, esforçada e trabalhadora, em busca de um sonho. Ela tinha um dom, e seu sonho era ser reconhecida por essa habilidade. Ser reconhecida pela dança.
Certo dia enquanto estava trabalhando ela conheceu o Sr. Gonzáles.
Gonzáles sempre foi muito educado, simpático, e sorridente. Aquele homem tão incrível conseguiu conquistar a confiança de Estela, e isso poderia arruinar a vida de uma jovem dançarina.
Gonzáles sabendo da história da moça e se identificando com ela, convida Estela para ir com ele à Espanha. Diz que sua esposa conhece uma escola de dança e que eles podem ajudá-la.
Realmente ajuda, Estela consegue entrar na escola de dança. Gonzáles dá abrigo à garota por um período. Tudo caminha bem.
Mas ela não poderia imaginar o que estava prestes a vir.
Nada era o que a garota imaginava ser... Sua carreira estava ameaçada, sua vida estava ameaçada.
Quem é o Sr. Gonzáles na verdade?
Uma história que nos mostra uma realidade dos dias de hoje, de uma forma encantadora.
Estela é uma guerreira, e não importa o que aconteça, ela lutará por sua vida.
Qual será o destino de Estela?
Casa de Livro Recomenda!



Titulo: Estela – Cadeira de Balanço.
Autor: Nivaldo Joaquim
Páginas: 104
Editora: Littéris / Quártic

Boa Leitura.

Casa de Livro Blog.


Karina Belo


- Daqui em diante em cada vez eu pararmos cinco de vocês descerão e iniciarão outra etapa nas suas vidas. Desejo sorte, e muita, pois precisarão dela para suportar o que lhes espera. Eu já vivi este momento e sei o quanto é complicado. – Com estas palavras ela deflagrou um ar de mistério que tomou conta de todas, ficamos nos olhando espantadas, sem saber o que pensar ou que fazer. Ela continuou...

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