7 de mai de 2015

MACHADO DE ASSIS DO FOLHETIM AO LIVRO – Ana Cláudia Suriani da Silva.




Mais uma cortesia que a editora nVersos nos contemplou.
Sempre nos encaminhando as mais valiosas obras, e o título que iremos comentar são sobre um dos melhores autores clássicos.
“Machado de Assis do Folhetim ao Livro”, nos mostra uma nova visão sobre o autor e suas obras.
O estudo feito por Ana Cláudia Suriani, traz ao leitor comparações das versões em folhetins e em livros de romance.


A história Quincas Borba foi à história detalhada por Ana Cláudia, de uma forma extraordinária.
Defendendo a opinião de que Machado de Assis teria iniciado uma  grande inovação em relação à forma artística do conjunto romanesco de sua obra.
De uma forma encantadora, Ana Cláudia dissecou a obra e as ideias de Machado de Assis, nos mostrou pontos importantes de escrita, estilo e as ideias mais incríveis que fizeram parte de suas histórias mais famosas.
Recheado com imagens que levam a imaginação do leitor para dentro do assunto, o livro mesmo com seus termos de pesquisa, consegue encantar os fãs de Machado de Assis assim como todos os amantes da literatura.
Ana Cláudia busca mostrar como o enfoque da revista, dedicado à moda e aos interesses da elite contribuíram para marcar no autor sua narrativa realista e irônica, dedicada a criticar os costumes e a situação política de seu tempo com mordacidade. Uma análise da coisificação do indivíduo, do homem tornado objeto pelo homem e como os vencedores tendem a ficar com os tubérculos.
Uma obra completa, que nos mostra os bastidores de uma mente que faz parte da literatura brasileira.
Casa de Livro Recomenda.


Em verdade, não era uma beleza; não lhe pedissem olhos que fascinam, nem dessas bocas que segredam alguma coisa, ainda caladas; era natural, sem acanho de roceira; e tinha um donaire particular, que corrigia as incoerências do vestido.


 

Titulo: Machado de Assis do Folhetim ao Livro.
Autora: Ana Cláudia Suriani da Silva.
Ano: 2014
Páginas: 288
Editora: nVersos

Boa Leitura.
Casa de Livro.

Karina Belo.



Somente conhecendo a história de A Estação é que essa ligação pode ser melhor compreendida. Sendo assim, precisamos efetuar um desvio no nosso percurso, porque se faz necessário aqui um estudo da natureza da revista em si e do seu conceito editorial subjacente.

 

Traja bem; comprime a cintura e tronco no corpinho de lã fina cor de castanha, obra simples, e traz nas orelhas duas pérolas verdadeiras, mimo que o nosso Rubião lhe deu pela Páscoa.

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